Home office: por que se tornou um método de trabalho visado pelas empresas?

O home office é uma modalidade de trabalho que se espalhou nas organizações de diversos setores, um fenômeno possível pela sofisticação dos veículos de comunicação em massa, com menção honrosa para as transmissões ao vivo. 

Melhorar a qualidade do trabalho é uma preocupação constante nos espaços corporativos, tomados pela busca frenética pelo novo melhor resultado e por meios de alavancar receitas em relação a seus custos. 

O empreendedorismo já é uma realidade mais próxima do indivíduo médio do que costumava ser em décadas anteriores. 

Com taxas nacionais atingindo os 38%, é seguro afirmar que esta é a forma de renda mais proeminente da atualidade. 

Todo gestor de uma empresa, independente de seu tamanho, precisa encarar a possibilidade de contratar colaboradores para seu negócio. 

Trata-se de um processo que envolve uma série de alterações estruturais, contábeis e jurídicas. 

Reduzir o custo de contratação por meio da diminuição de empasses burocráticos é um objetivo perseguido por muitas organizações, como serviços de delivery verduras, visto que a mudança permite a construção de equipes robustas e o aumento da produtividade. 

O home office é uma das apostas mais promissoras no que diz respeito ao aproveitamento da força de trabalho. 

Este artigo vai enumerar as razões que transformam essa modalidade em uma favorita para empregadores e funcionários. 

O que o home office possui de atraente?

O home office é uma prática que foi absorvida pelas empresas no cenário internacional há pelo menos uma década, aumentando sua expansão vertiginosamente nos últimos três anos, especialmente em países emergentes. O motor desse crescimento é a internet. 

A modalidade é caracterizada pela execução de mais da metade do trabalho ou sua realização integral, a partir da comunicação com a empresa por computadores corporativos ou pessoais, sempre por meio de uma conexão à internet. 

O método tornou-se mais acessível com a digitalização dos ambientes organizacionais, onde grandes compartimentos de arquivologia foram substituídos por bancos de dados armazenados por tecnologia em nuvem. 

As percepções da modalidade, são: 

  • Estilos de organização hierárquica mais flexíveis; 
  • Menor nível de estresse na rotina diária; 
  • Maior tempo disponível com a família; 
  • Ampla mobilidade para atividades extra-emprego; 
  • Estímulo à melhor capacitação profissional. 

A melhoria na qualidade do sinal de internet é outro aspecto essencial para o home office, uma vez que muitas das atividades corporativas demandam o fluxo rápido de um grande volume de informações, como é o caso das transferências ao vivo. 

Um serviço de entrega de documentos motoboy pode ser potencializado com o monitoramento remoto de pedidos, por exemplo, uma atividade com custos abatidos pela metade pelos dois itens: automação e contratação remota. 

As principais características que tornam o home office tão vantajoso para as empresas e ao mesmo tempo, estabelecem limitações para as organizações e profissionais despreparados para a transição, são: 

Uso pessoal de tecnologia

Tendência apresentada no cenário internacional sob o protocolo BYOD, ou Bring Your Own Device, o uso de aparelhos de tecnologia pessoais pelo colaborador é uma das marcas de grande parte das empresas que trabalham com home office. 

As funções administrativas, o primeiro segmento a ser incorporado na modalidade, envolvem o uso de computadores, celulares e scanners em suas atividades diárias. 

Um escritório virtual muitas vezes demanda que o profissional use seus aparelhos pessoais, por exemplo.

O protocolo é uma maneira de poupar o gasto de recursos com a compra e manutenção desses equipamentos, mas pode representar uma vantagem para o funcionário a partir do repasse de despesas por meio do salário, uma prática ajustada já na contratação. 

Para além dos aspectos financeiros, o uso de tecnologia pessoal por parte de cada funcionário pode melhorar o rendimento médio do trabalhador, visto que habituado à máquina, ele pode manusear ferramentas com maior eficiência. 

A empresa que aplica a modalidade home office sob o protocolo BYOD pode experimentar uma maturidade digital mais robusta, inserindo em seu ambiente organizacional uma maior variedade de dispositivos e acessórios para software de gestão comercial

Sedes menores 

As sedes executivas das empresas, também denominadas headquarters, são edifícios onde se concentra toda a atividade do negócio, local onde a maior parte dos colaboradores está instalada. O crescimento da empresa impulsiona o aumento de sua sede. 

As sedes podem ser aquisições custosas para o caixa da organização; o aluguel ou compra de salas comerciais ou prédios inteiros, a depender do número de funcionários e de equipamentos, as despesas mensais alcançam a casa dos milhares. 

Empresas de tecnologia que converteram mais da metade de seus cargos para a modalidade home office enfrentaram quedas consideráveis nos recursos sugados pelo passivo da organização, com impactos positivos sobre seu capital de giro. 

Os exemplos mais bem-sucedidos aumentaram a produtividade e as receitas de seu negócio e migraram para sedes de tamanho menor, um percurso contrário ao comumente visto no mercado de locação de sala por hora

Equipes multiculturais

Para os empregadores, o home office representa a chance de contratar pessoas de múltiplas regiões no território nacional ou mundial, facilitando a seleção de talentos e criando equipes multiculturais. 

Formar equipes multiculturais em seu espaço de trabalho é uma experiência enriquecedora para a organização e os profissionais que atuam nela. 

Para o colaborador, é uma chance de prestar serviços para empresas que estão fora de seu alcance geográfico. 

A prática aumenta as chances de contratação e a nível macroeconômico, pode até reduzir a evasão rural e melhorar o investimento privado em pequenas cidades, mantendo indivíduos capazes de gerar alta renda nas regiões mais afastadas das grandes capitais. 

O efeito de longo prazo é a melhoria na qualidade de vida e a distribuição de riqueza por outras regiões, repartindo o peso concentrados nos pólos comerciais. 

O restante do corpo de funcionários na modalidade presencial representa serviços gerais terceirizados

Benefícios e desafios do home office

A prática representa uma mudança brusca na maneira como as contratações e os ciclos de trabalho são organizados nas instituições, uma transformação que carrega consigo uma miríade de oportunidades a serem exploradas e desafios a serem superados. 

Os melhores índices de transição para a modalidade se concentram nos países desenvolvidos, com patamares que chegam em até 30% da população nacional adaptada ao novo modelo. O contexto nacional, por outro, enfrenta desafios graves. 

Velocidade da internet

A cobertura de internet ainda é um problema significativo para muitos profissionais que se encaixam nos critérios para a modalidade e para as empresas que pretendem auxiliar o colaborador nessa jornada. Além do alcance, a qualidade do serviço entra em voga. 

O contexto nacional apresenta um índice insatisfatório de qualidade na cobertura da internet, com reclamações constantes mesmo entre consumidores localizados nos grandes centros urbanos, locais que notificam as maiores taxas de cobertura. 

Para as regiões mais afastadas, o problema é ainda maior, muitas cidades possuem pouca ou nenhuma estrutura para a transmissão de sinal de internet, sinal de telefone ou elementos essenciais para o trabalho em home office. 

A qualidade das redes de telecomunicações é um fator que enfatiza o poder da efetividade na troca de informações para o ambiente organizacional. 

Uma empresa de transporte expresso e logística pode potencializar sua interação interna com o trabalho remoto. 

Maturidade digital

O trabalho remoto exige um nível maior de familiaridade com as ferramentas de tecnologia digital, posto que todas as suas ações serão exercidas online. 

Desde a compreensão do funcionamento de bancos de dados até reuniões ao vivo, a maturidade digital é vital. 

Aumentar o nível de maturidade digital é um desafio enfrentado por muitas empresas e a percepção de sua necessidade surge com os ganhos em termos de produtividade, receitas, satisfação do cliente e competitividade, encontrados nos exemplos de implementação. 

Um profundo engajamento com aparelhos de tecnologia não é mais uma exclusividade das “techs”, termo empregado para referir-se às organizações do setor, sob a forma de startups. Até uma loja de confecção de roupas tem a ganhar com o novo paradigma. 

Capacitação profissional

A capacitação profissional é um desafio no macrocenário do trabalho remoto que, uma vez superado, pode gerar benefícios que se amplificam para além da modalidade. 

O home office é marcado por um nível elevado de independência do profissional. 

Por essa razão, a adaptação para a modalidade depende da capacidade do profissional em trabalhar de maneira autônoma, seguindo um conjunto de instruções e solucionando questões diárias sem a supervisão constante de líderes e gestores. 

O home office caminha na direção da otimização de processos, uma palavra muito utilizada na indústria e aplicada no contexto das novas relações de trabalho, uma vez que os mercados se fundem em uma rede de comércio global. 

Conclusão

Portanto, o home office é, com certeza, uma tendência a ser transformada em regra. O método melhora a qualidade de vida dos trabalhadores, confere mais flexibilidade às rotinas de trabalho, aprimora a comunicação interna e aumenta a produtividade. 

Para o profissional, além da chance de melhores contratos e remunerações, o trabalho remoto representa um nível de independência maior, favorecendo a proatividade e o emprego do pensamento criativo em seus processos diários. 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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