Conheça 7 tecnologias para segurança da informação

Debater sobre segurança da informação dentro das empresas é muito importante para reforçar as estratégias de gestão de negócios, por isso, não deve ser negligenciada.

Quando isso acontece, há uma interferência negativa na rotina das atividades, o que impede de alcançar os resultados planejados, sobreviver ao mercado e ainda prejudica a reputação da organização.

Com o avanço da tecnologia, podemos ajudar a segurança da informação de muitas maneiras. 

Isso é importante para proteger o negócio de criminosos da internet em riscos de vazamentos que podem prejudicar a corporação.

Só que mesmo sendo um assunto muito importante, algumas vertentes desse assunto ainda são desconhecidas pelos gestores, tendo em vista que eles mantêm o foco em outros departamentos.

Apesar de a tecnologia facilitar os processos internos e a rotina dos colaboradores, é necessário manter os recursos tecnológicos protegidos para evitar danos.

Além disso, não podemos negar que ela é necessária nos dias de hoje, portanto, é crucial investir em segurança para o setor de tecnologia da informação de qualquer empresa.

Pensando nisso, explicaremos como a tecnologia ajuda a segurança da informação e quais são as principais ferramentas com esse foco. 

Como a tecnologia ajuda a segurança da informação

Os recursos tecnológicos têm avançado muito nos últimos anos, e atualmente, as práticas de segurança vão do nível mais básico ao mais sofisticado, sendo uma escolha exclusiva do gestor de TI.

As empresas, como o fabricante de notebook novo, costumam conhecer as ferramentas mais tradicionais, e contam com o auxílio de especialistas na área para trabalhar outras ferramentas.

Elas protegem a segurança da informação de várias maneiras, por exemplo, detectando vulnerabilidades de hardware e software.

Os equipamentos de TI, bem como sistemas e aplicativos estão evoluindo continuamente e por isso precisam ser substituídos.

A adoção de novos recursos precisa levar em conta os aspectos técnicos e de qualidade, sem pensar apenas no preço.

Isso porque quando os recursos tecnológicos estão defasados acabam tornando a infraestrutura e a segurança da informação vulneráveis, o que traz problemas, como:

  • Processo decisório ineficaz;
  • Baixa competitividade;
  • Clientes e colaboradores insatisfeitos;
  • Operações ineficientes.

Surgem problemas durante o processo de fabricação, instalação ou utilização incorreta, diversos problemas com os componentes, dentre outras consequências que comprometem a segurança da informação.

Os softwares podem apresentar falhas técnicas e de configurações de segurança e ainda sofrerem mau uso ou negligência de login e senha.

Toda a infraestrutura de TI, como servidores, computadores, rede, software, componentes de comunicação, entre outros, precisam contar com segurança específica.

Os escritórios virtuais, por exemplo, providenciam treinamentos e atualizações de conhecimento para a equipe de TI, tendo em vista que a habilidade técnica pode gerar vulnerabilidades em hardwares e softwares.

A tecnologia também ajuda a proteger a segurança da informação por meio de backup garantindo a disponibilidade da informação, em casos de roubos ou danos à base de armazenamento.

Para isso podemos utilizar dispositivos físicos, como servidores de backup, HD externo, CD, pendrive ou armazenamento em nuvem.

É necessário providenciar ao menos duas cópias da base de dados e guardá-las em locais distintos, preferencialmente, fora do prédio da empresa.

Com isso, a organização pode recuperar em pouco tempo quaisquer informações perdidas, roubadas ou que foram prejudicadas em acidentes, como incêndios.

As ferramentas tecnológicas também protegem a segurança da informação por meio de redundância de sistemas, que é quando uma empresa especializada em treinamentos profissionais possui infraestrutura replicada, tanto física quanto virtual.

Se um servidor ou equipamento falhar, podemos utilizar o substituto e dar continuidade às operações, de maneira praticamente imperceptível ao usuário.

Também existem mecanismos físicos, lógicos ou uma combinação de ambos para controlar o acesso à informação.

No caso dos mecanismos físicos temos, como exemplo, uma sala de infraestrutura de TI de acesso restrito e câmeras de monitoramento.

As organizações podem fazer uso de políticas de segurança da informação para estabelecer diretrizes de comportamento para os colaboradores, em relação às regras para uso dos recursos de tecnologia da informação.

Isso ajuda a impedir invasões criminosas que levam a fraudes e vazamentos de informações, proteger contra vírus e garantir a confidencialidade, integridade, disponibilidade e autenticidade dos dados.

As ferramentas ajudam a estabelecer uma gestão de riscos apropriada, que podem ser provocadas por falta de orientação.

Isso acontece quando os usuários não sabem operar corretamente os equipamentos, sistemas e aplicativos, colocando em risco a segurança da informação.

Nesse sentido, é fundamental que a empresa oriente seus funcionários em cada estação de trabalho, além de oferecer treinamentos sobre novas tecnologias e recursos.

Outra situação muito comum são os erros de procedimentos externos mal estruturados ou desatualizados, que aumentam a vulnerabilidade e podem ocasionar a perda de dados.

Não podemos deixar de mencionar a negligência devido ao não cumprimento das regras de políticas de segurança da informação ou com os procedimentos internos de TI.

Agora que você já sabe como a tecnologia pode ajudar na segurança da informação, no próximo tópico, vamos mostrar algumas ferramentas utilizadas.

Principais ferramentas da segurança da informação

Toda empresa deve saber trabalhar com as últimas tendências tecnológicas para definir, alcançar e manter programas eficazes, que além de protegerem as informações, ainda trazem oportunidades de negócios digitais.

É papel dos líderes entender investir em sistemas de segurança da informação, por meio de diversas ferramentas, como as abaixo.

1. Serviços universais de segurança

As ferramentas de segurança precisam evoluir junto com a Internet das Coisas (IoT), bem como o aumento da dependência da tecnologia operacional.

Dentro das empresas, os serviços de segurança precisam ser pensados de modo a apoiar as necessidades dos aparelhos.

Por essa razão, existe a expectativa de surgimento de novos modelos que ajudem a administrar a confiabilidade em escala.

2. Segurança para acessar a nuvem

Os aplicativos SaaS são cada vez mais usados pelas organizações, entretanto, eles trazem novos desafios para a segurança da informação que possui visibilidade e opções de controle limitadas.

Por outro lado, para uma transportadora de encomendas, o Cloud Access Security Broker (CASB) responde a um requerimento crítico dos CSOS, aplicando políticas, monitoramento e gerenciamento de riscos em todas as ferramentas de serviços em nuvem.

3. Recursos baseados em inteligência

O Centro Operacional de Segurança, em inglês conhecido como Security Operations Centre – SOC, é baseado em inteligência e permite mais do que monitoramento focado em eventos e tecnologias preventivas.

Ele pode ser usado para informar os aspectos das operações de segurança e trabalhar mais do que as defesas tradicionais.

Isso acontece porque ele possui uma arquitetura adaptada e utiliza componentes que se relacionam e dão respostas com base no contexto.

No entanto, as empresas precisam desenvolver um modelo inteligente, suportado por tecnologias de automação e orquestração dos processos.

4. Tecnologias Deception

Essas tecnologias frustram os ataques, limitam os processos cognitivos do invasor, interrompe suas ferramentas de automação, atrasam as atividades e evitam o progresso dos ataques.

Uma empresa que trabalha com tecnologia robótica pode utilizar essa ferramenta para redes, dados, aplicativos e Endpoints.

5. Resposta detecção de Endpoints

Este é um mercado tecnológico que cresce continuamente, visto que é capaz de suprir necessidades relacionadas à proteção mais eficaz.

Por meio desse recurso, podemos detectar potenciais brechas de segurança e reagir rapidamente. 

A ferramenta registra eventos de Endpoints e armazena informações em uma base de dados centralizada.

É necessário pegar os indicadores coletados e processá-los em sistemas analíticos, de modo a criar uma rotina mais eficiente que ofereça respostas a ataques e falhas.

6. Ferramentas para constatação de comportamentos

As ferramentas de análise de comportamento de usuários e empresas permitem que a organização trabalhe em processos mais amplos de segurança.

Dessa forma, uma empresa especializada em controles patrimoniais consegue fazer um monitoramento mais amplo da segurança.

A ferramenta fornece análises focadas no usuário para distinguir seu comportamento, de modo a detectar ameaças de maneira mais eficaz.

7. Prevenção de Endpoints

As abordagens para a prevenção de malwares que se baseiam apenas em assinaturas não são suficientes contra ataques avançados.

Por outro lado, as ferramentas que se baseiam no aprendizado de máquinas tornam os mecanismos tradicionais de segurança mais efetivos.

Por meio delas é possível proteger a memória, impedir diferentes tipos de ameaças aos sistemas e contra malwares baseados em aprendizado como modelos matemáticos, além do bloqueio de ameaças.

Conclusão

A tecnologia é fundamental para a proteção da segurança da informação. Por meio dela, as empresas podem contar com diferentes recursos, que evitam vazamento de dados e outros problemas que trazem consequências graves.

Portanto, neste artigo você conheceu algumas das principais ferramentas e de que modo essas tecnologias podem ajudar a manter a segurança do setor de TI.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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